mardi 28 février 2012

Apresentação 3

Ronildo Stieg
Apresento o Ronildo Stieg como editor deste blog durante o més de Março.
Como seus colegas Jean e Jorge, o Ronildo vivenciou o blog na plataforma por algum tempo.
Reafirmo os nossos propósitos, nesta apresentação formal, onde o aluno EaD devera mobilizar seus conhecimentos para dar continuidade as postagens desta nossa experiencia coletiva, onde:

- a escrita informal sera privilégiada
- o proposito de cada aluno compreendera  fases pessoais compreendidas entre o passado e o presente e suas convicções quanto ao futuro
- o aluno tem plena liberdade de autoria, mas deve sempre acrescentar mídias em suas postagens gradativamente do simples em direção a uma possível complexidade.
- espera-se que a sua autonomia provoque uma livre inspiração no contexto da vivencia.



dimanche 26 février 2012

feedback 5 - aluno 3 avaliação

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O blog promove uma abertura, no sentido de que o aluno pode ser responsável também por sua avaliação e do período onde foi criativo (editor) e  autônomo (autor) no uso de tecnologia avançada e resolução de problemas.

samedi 25 février 2012

Finalizando o mês de Fevereiro

Amigos,
Queria finalizar meus trabalhos agradecendo a oportunidade que me foi dada de poder aprender mais sobre esta ferramenta tecnológica que nos oferece recursos de expressão muito interessantes. Vou tirar muito proveito com tudo que aprendi e espero que os demais colegas possam fazer ótimas postagens enriquecendo nossa formação.
video
deixo aqui meu vídeo de despedida passando a bola pro Ronildo, aluno responsável pelo mês de Março.
Abraço a todos

mercredi 22 février 2012

Feedback 3 - aluno 2 - novos posicionamentos

As suas ultimas postagens demonstram um sentido critico apurado que esta mobilizando a sua pessoa. Tanto em você quanto ao nosso colega Jean.
Pesquisei em nossos fascículos para  responder e revigorar este seu posicionamento e encontrei alguns parágrafos pertinentes.

Com Anjos ( 2009, pg. 48) em EF, Corpo e Movimento encontro que em alguns clubes de Futebol existem manuais de conduta ou cartilhas disciplinares para os jogadores e o autor cita clubes como Palmeiras e o Sao Paulo, onde esta disciplina visa a obtenção de melhores resultados nas partidas. Esta relação entre corpo e a disciplina muitas vezes se estende ate as crianças em suas praticas lúdicas.A ordem social (pg. 45) nos diz o autor, citando Focault, se sustenta na capacidade de comando e direção, permitida pelo conjunto de organizações administrativas e que o esporte moderno esta dentro deste conjunto, o que não significa que não possamos ter praticas diferenciadas e combater os excessos cometidos por técnicos e o desconhecimento  em muitos casos das crianças e adolescentes sobre estas praticas.

Que seu posicionamento, espero, seja forte o suficiente para saber diferenciar o poder de um técnico que se dispõe através de esquemas e hierarquias institucionalizadas,  do dialogo de um professor.

Ja em Araujo ( 2011, pg. 50), Politica e Organização da Educação Básica, encontramos que o conhecimento destas temáticas (legislação e outros  temas transversais), se propõe a ser  instrumento de luta por uma educação de qualidade, que as crianças merecem, a partir da sua ajuda, do conhecimento e do seu posicionamento como professor.

E por fim, encontramos em Bracht ( 2009, pg. 58) quanto a Educação Física e Escola, que a perspectiva que entende que o papel fundamental da Educação Física é promover a iniciação esportiva, mas no sentido de pratica do esporte,  tem suas virtudes e limitações, tanto que em sua postagem você relatou  suas experiencias a titulo de exemplo vivenciado e refletido.

Muito bom! o caminho pode ser sinuoso, mas possível de seguir dependente da sua determinação.
Quanto ao blog, vejo que o seu ambiente pessoal de aprendizagem foi ampliado com slideshere, youtube, hiperlinks, conforme a nossa proposta.

mardi 21 février 2012

Passado, Presente e Futuro...

Amigos,
Nesta postagem quero ressaltar alguns pontos de vista que foram comentados no último SAC VI e que  esclareceram as minhas idéias . No passado eu era  um mero jogador de futebol, que caiu na estrada em busca de um sonho, sacrificando família, cidade natal e amigos para tentar mudar de vida. Na época, jamais fui instruído pelos professores de Educação Física  na escola a respeito do "alto rendimento", se faria bem a minha saúde ou se seria somente mais uma atividade que eu poderia estar praticando, nada disso foi discutido nas aulas ou numa conversa a parte, simplesmente fui atrás do meu sonho a medida que as portas foram se abrindo, pois para todos naquela época, ser atleta era referência de saúde e era isso que eu desejava. Fui atrás das peneiras até ser aprovado no América Mineiro onde comecei a construir minha carreira.

No América passei por todas as categorias de base, depois deixei Minas Gerais e fui para o mundo, conheci quase todo o nosso Brasil (13 Estados) e mais 3 países, sempre observando e pesquisando tudo que de novo surgia por parte dos preparadores físicos com quem tive a oportunidade trabalhar, passei por excelentes profissionais e por técnicos que me mostraram ótimos métodos de trabalho, no qual me espelho até os dias de hoje.
  

Em 2008 iniciamos o curso de Educação Física EAD, desde então ate o presente momento estamos adquirindo conhecimentos que transformam a minha atuação como técnico, aprendemos a respeitar os limites dos alunos em suas diferentes fases de desenvolvimento, além de conhecimentos bioquímicos e fisiológicos que tratam diretamente com minha área de atuação, além de outros conhecimentos que nos ajudaram a organizar melhor nossos planejamentos e estratégias. 


Mas o ponto onde desejo chegar se refere a uma declaração do mestre Valter Bracht quando questionado à respeito da conscientização dos alunos quanto ao alto rendimento:

"Não vejo nenhum problema quanto aos alunos optarem pelo alto rendimento, desde que eles sejam conscientizados de que o alto rendimento não trará saúde a seus corpos e que eles saibam que existe um preço a ser pago, se eles tem essa consciência, tudo bem."

Diante deste comentário admito que fui convencido sobre minhas concepções, pois acreditava que esporte era saúde, mas reflito sobre o comentário e sobre o meu histórico de lesões e como fui tratado quando estava lesionado, principalmente quanto atuei no México, onde só houve valor quando sem lesões, e que quando lesionado entrei no descaso dos dirigentes, forçando minha saída do clube. Desta forma, no futuro próximo (a partir deste ano) fico convencido e assumo o compromisso de conscientizar meus alunos quanto à pratica do futebol sem compromisso ou no caso, a de formar uma carreira optando pelo alto rendimento, conscientes dos riscos e da filosofia que cercam a construção de uma carreira em qualquer modalidade esportiva.
Na próxima postagem apresentarei um vídeo de despedida passando a bola para o Roníldo Stieg, próximo aluno a conhecer esta ferramenta.
Abraço a todos

jeudi 16 février 2012

As transformações que o conhecimento proporciona via EaD - bimodal

Amigos,
Encerrado mais um seminário na UFES, depois de longas maratonas de palestras, instruções acadêmicas e apresentações de oficinas, todas avaliadas no propósito de aperfeiçoar o nosso percurso acadêmico, me deparo com uma enorme sensação de satisfação diante do privilégio que estamos obtendo pelo fato de sermos alunos desta Universidade, que tem um corpo de professores e tutores de primeira qualidade valorizando a nossa formação.
Tive a imensa alegria de presenciar um momento honroso oferecido aos meus colegas de Polo, Ronildo Stieg, Jean Fabian e Raynner Barcelos por terem seus textos sendo publicados no próximo fascículo de Estágio Supervisionado, o que comprova a competência que nós alunos temos à nossa disposição através das orientações presenciais de Mariana Pozzatti que nos instruiu tanto na construção de nossos textos, quanto nas orientações dos conteúdos ensinados, premiando-a com essas publicações, tendo a certeza  da valorização do seu esforço. Assim, também quero atribuir méritos à nossa tutora à distância, Mestra Tereza Penedo que tem nos direcionados a uma vida acadêmica diferenciada, nos estimulando a experimentar recursos tecnológicos que tem mudado nossa formação, além de sua competência na transmissão dos conhecimentos e direcionamentos na construção de nossos textos, que em especial, terei em breve uma publicação no site da Universidade do Futebol e atribuo todos os créditos às suas orientações que me mostraram um novo formato no relato de minhas experiências e na linguagem transmitida nos conteúdos apresentados que resultaram nesta publicação, não me restando outra ação a não ser de parabenizar a toda equipe de professores que nos tem orientado nestes 3 anos de percurso acadêmico.
Não poderia terminar este relato sem citar a minha passagem neste seminário que me proporcionou uma experiência que muitos professores já formados não tiveram e jamais terão, a de ser aluno e de participar de uma oficina de docência com uma das lendas da Educação Física de nosso país, Mestre Valter Bracht
Quando escolhi a oficina de Basquete jamais imaginava que teria este privilégio, e participar dela foi algo incomparável, pois já havia tido contato com o mestre em alguns fascículos das matérias que já estudamos  percebendo um conteúdo teórico inimaginável, não sendo em vão suas graduações e reconhecimento, mas ficava uma curiosidade quanto a parte prática, que me deixou admirado por suas convicções no ensino do basquete e na autoridade que nos transmitia o conteúdo da modalidade atendendo a todas as expectativas mesmo sabendo que o conteúdo transmitido foi resumido devido ao pouco tempo disponível mas com subsídios suficientes para uma intervenção da modalidade em Santa Maria de Jetibá. 
Fui pra casa com uma convicção interior, a de me esforçar ao máximo para adquirir o maior volume de conhecimento que puder. Comentava com minha esposa o quanto me encontrava admirado com o retorno dos seminários e o tanto que me motiva terminar este curso tão qualificado. Agora estou começando a entender o porque de tanta valorização em cima dos alunos formados nas Universidades Federais diante do mercado de trabalho, realmente o ensino é diferenciado, o que me deixa muito feliz e orgulhoso por fazer parte deste corpo docente.
Como não vamos mais mobilizar uma oficina de basquete com meus alunos, deixo pra todos o vídeo que finalizaria a minha apresentação caso ela ocorresse, pois já estou vivenciando a minha prática como professor em casa com o meu melhor aluno, que por sinal aprende rapidinho...
Abraço a todos

mercredi 15 février 2012

Feedback 02 - aluno 02 - O CORPO e a aprendizagem SOCIAL

Estamos em pleno Seminário e estou aqui a responder a sua postagem e muito feliz com a evolucao de todos no Polo!
Mas anotei e observei alguns itens que devem ser, ao meu ver, importantes e deixo aqui escrito.

1- Em sua região a colonização influi no conhecimento de tradições mais populares, você não acha incrível!!!
2- Estas tradições podem ser consideradas a nossa maior riqueza, e que denominamos DIVERSIDADE cultural!!!
3- Cabe a um professor ampliar a cultura brasileira que tem sua gênese em nossa historia comum.!!!

Agora vamos recordar o que se apresenta no curriculo e que implica em sua postagem e na sua experiencia de vida.
Seria bom recordar que você por diversas vezes, por celular, por 5 vezes, tentou sair da oficina, resistir em ampliar os seus conhecimentos.
No Fasciculo EF, Corpo e Movimento, Dos Anjos (2009, pg. 25)cita que as manifestações dançadas que expressam valores, sentidos e significados diversos, permitem analisar como cada grupo social conseguiu adaptar-se social e politicamente, no caso, a Capoeira passou por inúmeras proibições em nosso passado e foi estigmatizada!

As tradições da região de S. Mateus são diferentes das tradições de S. Maria Jetibá! E poucos quilômetros nos separam, estamos no mesmo Estado. Reflita, são épocas diferentes, historias diferentes, mas somos socialmente um só corpo.


Deixo a seguinte pergunta, qual a tradição da sua região, em forma de JOGO... estou no aguardo!

lundi 13 février 2012

Quebrando tabus (capoeira)


Como havia prometido, vou relatar minha experiência fora da área de atuação, com a vivencia informal da Capoeira.
Quando havia perdido os prazos de inscrição para as oficinas de Docência, fui aleatoriamente conduzido para a oficina de Capoeira, que a princípio me deixou em pânico, por nunca ter me interessado nem por assistir a uma roda de capoeira, e por outros preconceitos que existiam devido a mitos relacionados à religião. Deixei meus tutores atordoados com tanta insatisfação até que fiquei numa situação que não havia outra alternativa a não ser fazer a oficina.
Chegado o dia,  me deparei com um professor (Mestre Fábio Loureiro) que com sua simplicidade e competência nos passou conhecimentos e tirou todas as minhas dúvidas à respeito da capoeira e seus mitos, o que me deixava mais tranquilo e animado com a oficina.
Chegada a data de início, me deparei com meus alunos super empolgados, pois pensavam que eu iria ensiná-los a dar cambalhotas e outras "macacadas", que eles achavam que ensinaria.
Começamos utilizando as ferramentas tecnológicas para mostrar um pouco mais da cultura e tradições que envolvem o tema, aprendemos noções de ritmo numa cópia fiel ao conteúdo transmitido pelo Mestre Fábio, até me deparar com minha primeira decepção, quando os alunos não compareceram em duas aulas que havia marcado, um total desinteresse que ainda não detectei, desconfio que seja por causa das "macacadas" que não havia ensinado, o que me deixou muito preocupado me obrigando a tomar uma medida extrema para não comprometer o encerramento da oficina, tornando a convocar os alunos para uma última aula onde embuti o conteúdo de duas aulas em uma.
Finalizamos a oficina percebendo um gostinho de "quero mais" devido aos golpes do "Rabo de Arraia" e "Martelo" que se aproximaram das suas expectativas.
Pra mim, foi uma experiência marcante por jamais imaginar que um dia eu daria aulas de capoeira, muito menos de ter a oportunidade de participar de uma roda, sem falar na satisfação que me proporcionou, fiquei muito realizado com esta experiência e tenham certeza de que, se um dia for professor em alguma escola, a Capoeira com certeza fará parte dos conteúdos que ensinarei aos meus alunos.
Fica a dica para todos que estão no curso para também vivenciarem a oficina de capoeira, é muito boa e satisfatória. Recomendo!
Abaixo um PowerPoint na ordem cronológica das aulas.
Abraço a todos

vendredi 10 février 2012

Para o Jean e o Jorge ! Ser critico reflexivo!

Certas noticias nos deixam pensativos e como fazem parte da nossa areá de atuação poderíamos pensar em um equilíbrio e não em um desequilíbrio!

Como apontar as falhas nestes trés  assuntos.. espero comentários de vocês dois!

Reportagem 1 AQUI
Reportagem 2 AQUI
e video

Enfrentar o novo ou o desconhecido - Feedback 2 - aluno 2

Clicar na imagem para ampliar e recordar
Ensinar  pode ser considerado uma atuação no desconhecido apesar de nos mobilizarmos para não haver surpresas!

Estou ansiosa por suas impressões em outra areá do conhecimento!
E enquanto espero deixo esta mensagem para você.
Na disciplina EF, Formação Docente e Currículo , da prof. Zenolia Figueiredo encontro (2009,pg. 13)  uma passagem bem interessante que indica que " a nossa área tematiza e aborda as praticas corporais em suas dimensões culturais, sociais e biológicas, extrapolando a questão da saúde, relacionando-se com as produções culturais que envolvem os aspectos lúdicos e estéticos e que esta formação inicial deve favorecer a construção  e produção  de conhecimentos relacionados 'a pratica profissional."
Mais adiante (pg.14) a autora escreve algo interessante, apontando como problemas , nesta transposição, que são
- a influencia direta no currículo , muitas vezes oculto, pois a opção seria a de formação de professores e não de treinadores...
e em segundo a influencia da pratica profissional, concomitante com o curso e apos a sua formação.

Complementando deixo aqui algo que encontrei no fascículo EF e Escola, ( (2009, pg.60) que, a EF como mediadora da cultura corporal do movimento vem ganhando adeptos, no plano acadêmico e no de intervenção.E indica dois pontos básicos que são a cidadania cultural  a que todos os alunos tem direito e em segundo gerar uma nova articulação entre racionalidade de trabalho e fruição do lazer que nao seja de enfrentamento, mas de mediação e complementaridade.

E finalmente , o Atletismo complementou a preparação dos seus alunos em Futebol e a Capoeira, ao seu ver complementou o que.... estou em aguardo e curiosa.

mardi 7 février 2012

O ensino em área diferente do trabalho - parte 1

Toda vez que concluímos um módulo no curso ead de Educação Física, vamos a UFES participar de um seminário (SAC) onde apresentamos textos e mídias sobre a experiencia vivenciada e participamos de oficinas que nos orientam a dar aulas em determinadas modalidades no ambiente escolar.
Minha primeira experiência foi com Atletismo, que por sinal se tornou minha escolha devido a uma experiência passada nos tempos de escola, associando experiência à facilidade do ensino. Optei por ensinar as modalidades ligadas aos saltos (Triplo, em Distância e em Altura) que se tornaram uma das minhas melhores experiências com o ensino, pois até então, só havia ensinado futebol a um grupo de alunos.
Foi incrível ver a motivação dos alunos que são meus atletas no futebol aprendendo uma nova modalidade esportiva que ainda não haviam experimentado.
Esta experiência foi um "divisor de águas" em meus conceitos que se prendiam somente ao ensino do futebol atribuído à experiência como atleta, me mostrando que podia me dedicar a outras modalidades desde que tenhamos recursos suficientes para o ensino alcançando o mesmo êxito. Ainda bem que a Prefeitura de Santa Maria através da Secretaria de Esportes tinha espaços e material disponível para que eu pudesse ensinar os saltos, principalmente o salto em altura que dependia do colchão para amortecer a queda que estava disponível para uso. Esta modalidade de salto foi ensinada por último e foi sem dúvida nenhuma a melhor e mais descontraída entre os alunos.
Na próxima publicação vou contar minha outra experiência, desta vez com a "Capoeira". Abaixo o endereço do slideshare que contém o PowerPoint das aulas de atletismo.



Abraço e até a próxima

mercredi 1 février 2012

Binômios, Dualismo e Dicotomia - feedback 1 - aluno 2

Ao ler a sua postagem surgiram algumas palavras em minha mente que foram binômio, dualismo e dicotomia, fiquei curiosa e fui buscar o significado!
Então verifiquei que a palavra Binômio surgiu por causa do titulo da sua postagem  que faz referencia a uma equação matemática!
Mas em Português , significa algo mais- 


Dois nomes que se ligam ou se interligam de alguma forma. Ex: Amor x ódio - melhor x pior - inverno x frio etc.Como tambem tem um conceito em Matematica.


E a outra palavra fica muito mais fácil.
Dicotomia


-A dicotomia corpo/alma possui uma problematização muito antiga que começa há mais de quatro séculos antes de cristo, onde na maioria filósofos gregos (principalmente Platão, Sócrates e Aristóteles) viam a alma como o lugar privilegiado da razão, da sabedoria e da ciência. Eles com suas teorias optam pela mente, e ao corpo constroem significados que diminuem sua importância na sociedade  da época 

E em seu currículo você estudou  em Educação Física, Educação e Reflexões filosóficas que nos fala sobre o Dualismo (pg. 39) e em sua primeira disciplina Metodologia em EAD, sobre o MESTRE antigo e deixo  aqui para recordar um pequeno trecho-


Aquele que possuía o saber, o sábio, na Antigüidade era denominado Sofista. Os sofistas se posicionam como detentores do saber. Contudo se comprometem não com a verdade, mas sim com a opinião. Em seus discursos, os sofistas apóiam-se sobre julgamentos de valor comuns, com o objetivo de criar sobre eles um consenso e gerar adesão - os termos são: consenso e adesão.
Os Sofistas foram os nossos primeiros professores. Fazendo uma analogia com o modelo contemporâneo, a transmissão do saber sofístico corresponderia ao modelo da conferência e da assembléia. Os Sofistas eram os conferencistas. Procuravam provocar reações prazerosas nos espectadores, utilizando técnicas de sedução a fim de transmitir conhecimentos. Ao contrário do que propõe Sócrates, o discurso sofístico se apóia na presença do orador para induzir o espectador, por meio de sugestão, à reprodução do pensamento.
Em contrapartida, para que seu interlocutor elaborasse seu próprio conhecimento, Sócrates se servia do diálogo. Ele não trabalhava com grandes assembléias, mas com pequenos grupos, em geral um de cada vez. No momento em que o interlocutor assimilava o conhecimento, o diálogo terminava. Esse método, denominado Maiêuticaera dividido em três momentos. Partia de uma negativa, com Sócrates dizendo nada saber; num segundo momento, utilizando-se da ironia, questionava o conhecimento do seu interlocutor para que, enfim, este pudesse produzir um novo saber.

Afinal são conhecimentos acadêmicos adquiridos!

exemplos para reflexão - Vitoria e derrota, sucesso e fracasso, corpo e mente, alegre e triste, positivo e negativo,