lundi 26 août 2013

Tutoria e videos

Aluno é aluno!

 Mas dizem que em uma pós-graduação, via EaD, o índice de responsabilidade é maior, portanto questiono sempre formas de como superar os obstáculos que surgem na graduação em Licenciatura,ou seja, como o estagio supervisionado em um curso Licenciatura, EaD, pode ser considerado fator de autonomia do aluno.

 Outra questão que se faz interessante é como a tecnologia, que além de ser suporte do novo professor (em formação), auxilia/auxiliava na veracidade do estagio e implementa um novo fazer na formação deste  futuro professor e como também na formação continuada. 

 Pesquiso o "estado da arte" sobre estágios supervisionados em cursos de Licenciatura via ead e encontro resultados que não deixam de ser muito parecidos, em se falando de dados,ou seja, número de alunos, locais de estagio, legislação, teor das reuniões e documentos, para com o presencial também, mas como o tutor acompanha a veracidade dos fatos, ou como o aluno comprova a sua participação efetiva na escola como estagiário mostra-se um campo ainda a ser preenchido para que se fortaleça o "estado de conhecimento" que amplia e demonstra a ação do professor-tutor envolvido com estes alunos. 

 Desta forma tomando como ponto de partida o Saber-fazer, insisti, como tutora, em pedidos de pequenos vídeos que poderiam ir mais além do que a fotografia digital, pelo simples fato de ser, o vídeo, uma forma de narrativa daquela atuação, do momento do estagio, ou da avaliação de alguma atividade resultante do processo ensino-aprendizagem. 

 Não se tornou importante a qualidade do vídeo, mas sim como ele, o aluno, demonstrava estar atuando no espaço escolar.E como se posicionava com a utilização do vídeo, dificuldades ou não.

mardi 20 août 2013

Narrativas

As histórias de vida em formação: gênese de uma
corrente de pesquisa-ação-formação existencial*
Gaston Pineau
Université de Tours

Resumo
O texto faz um sobrevôo histórico contemporâneo sobre a emergência
das práticas multiformes que trabalham com histórias de
vida no período de 1980 a 2005. Três períodos se destacam nesse
histórico: um período de eclosão (os anos de 1980), um período
de fundação (os anos de 1990) e, finalmente, um período de desenvolvimento
diferenciador (os anos de 2000). Essa eclosão será
interpretada como uma corrente de pesquisa-ação-formação existencial
às voltas com 25 anos de vida. Vinte e cinco anos é pouco
na escala da história. É, contudo, suficiente para provocar problemas
de construção de sentido e de comunicação intergeracional,
que serão discutidos neste artigo, a partir de questões como as que
seguem: Quais práticas auto-reflexivas de construção histórica geram
ou não, mais ou menos conscientemente, essa corrente?
Como, ao lado de outras tendências (biográfica, autobiográfica,
relatos de vida), essa corrente se inscreve em um movimento
biorreflexivo de construção de novos espaços conceituais para trabalhar
o crescimento multiforme de problemas vitais inéditos? A
nosso ver, na sua modesta escala, ela pode contribuir para fazer de
suas práticas uma arte poderosa de autoformação da existência ou,
ao contrário, de submissão, conforme permite ou não aos sujeitos
apropriarem-se do poder de refletir sobre suas vidas e, desse modo,
ajudá-los a fazer delas uma obra pessoal.


Histórias de vida e autobiografias na formação de
professores e profissão docente (Brasil, 1985-2003)*
Belmira Oliveira Bueno
Helena Coharik Chamlian
Cynthia Pereira de Sousa
Denice Barbara Catani
USP

Resumo
O texto apresenta uma revisão de trabalhos da área de Educação
que fizeram uso das histórias de vida e dos estudos autobiográficos
como metodologia de investigação científica no Brasil. Dois
recortes foram efetuados, um temporal e outro temático, para
focalizar o período compreendido entre 1985 e 2003 e privilegiar
dois temas: formação de professores e profissão docente. O objetivo
principal foi o de mapear a produção nacional, buscando
identificar as temáticas que emergiram com maior força, apontando
aspectos lacunares e indicando direções para futuros estudos na
área. Várias fontes foram utilizadas: resumos de teses e dissertações
(banco de teses da CAPES); textos completos de teses e dissertações
defendidas nos programas de pós-graduação da Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo — PUC-SP — e da Faculdade de Educação
da Universidade de São Paulo — FEUSP —; livros; e periódicos
científicos. As análises levaram a concluir que o uso dessas abordagens
cresceu significativamente no Brasil a partir dos anos de
1990, porém, de modo muito disperso, foram utilizadas muito
mais como fonte de dados para o desenvolvimento de um largo
espectro de pesquisas e muito timidamente como dispositivos de
formação. Todavia, evidenciou-se que a intensificação de tais
metodologias contribuiu para renovar as pesquisas sobre os professores,
ao mesmo tempo em que fez aflorar o interesse por
questões e temáticas novas, tais como as que se configuram, por
exemplo, nos estudos sobre profissão, profissionalização e identidades
docentes.



dimanche 4 août 2013

Leituras

Após o ultimo Seminário de atividades complementares deixo aqui disponibilizados os links de leituras sugeridas.

 http://comciencia.br/resenhas/memoria/velhos.htm 

http://vestibular.uol.com.br/resumos-de-livros/quase-memoria.htm

 http://www.infoescola.com/livros/a-noite-escura-e-mais-eu/

 http://valiteratura.blogspot.com.br/2012/05/infancia-1945-graciliano-ramos.html

 http://www.skoob.com.br/livro/20552-o-primeiro-homem

 http://www.releituras.com/joaoubaldo_memoria.asp