mercredi 9 mai 2012

A escrita acadêmica vs a escrita cotidiana

Olá, Raynner, pelo visto voce abriu suas postagens de uma forma bem acadêmica. Mas aqui a escrita pode ser mais informal, mais sentimental, mais pessoal, com seus posicionamentos pessoais em frente a tudo que ocorreu e ocorre. Seja informal, aponte as falhas e os sucessos, estamos todos na mesma caminhada. Conto com voce.

dimanche 6 mai 2012

Começando a defender nosso peixe...rs

Coompartilho com vocês, que minha idéia inicial será a de, voltar ao passado, com alguns escritos, a qual vejo como relevantes no início da carreira acadêmica. Primeiro foi o texto retratando um pouco da minha história, agora, a Carta a Secretaria de Edcuação.

O esforço da escrita nessa carta, constitui-se como os primeiros passos, para que pudessemos hoje, encarar a Educação Física de uma forma diferenciada, ou melhor, mais fundamentada, norteada de conhecimentos e conceitos que fomos adquirindo com o passar do curso.

Essa carta, dizia o seguinte:


A Ilma. Senhora
Secretária Municipal de Educação de Santa Teresa

Assunto: Legitimidade da Disciplina Educação Física como componente no currículo Escolar.

Senhora Secretária Municipal de Educação, venho por meio desta carta, esclarecer como um profissional da área de Educação Física, fatores importantes que levam essa disciplina, a está inserida no componente de currículo escolar das instituições educacionais de nosso município. Diante do fato de que, está previsto para que esta disciplina, não faça mais parte do currículo escolar, esclareço a real importância de tal para com o público escolar.
A Educação Física diante de seu contexto histórico está inter-relacionada com alguns eixos importantes. Citando os mesmos, sua legitimidade passa pela relação entre:

  • Trabalho/Lazer;
  • Corpo/Saúde;
  • Esporte/Educação.

Cada um destes eixos representa e respalda a importância que a educação física proporciona aos cidadãos, passando por diferentes momentos históricos das políticas educacionais nacionais.
Numa escala progressiva, em primeira instância, via-se a Educação Física como um componente de fortalecimento do corpo para o trabalho, tendo o lazer como recompensa do trabalhador. Nesse primeiro eixo, viu-se a importância desta disciplina, para atender objetivos políticos do Estado Nacional, para o progresso do sistema econômico, na qual o bom desempenho do cidadão em seu trabalho traria uma melhora na produção. A relação trabalho/lazer ficou em evidência por algum tempo, mas com o tempo, foi se observando que não poderia seguir apenas com esta linha de utilidade pública. Faltava algo, um respaldo científico para que a mesma pudesse se legitimar, então a Educação Física teve uma importante intervenção da Medicina, ramo este de grande respaldo nos estudos dos corpos, sendo assim, Educação Física entra como um componente que também influenciado pelos métodos higienistas da época uma dimensão importante. A Medicina vem comprovar o quanto à prática da atividade física é benéfico para o ser humano, proporcionando a ele principalmente a promoção da saúde. Com o decorrer dos estudos e do tempo, o esporte vem como um componente que disciplina os corpos, o que hoje, é extremamente para importante para o bom rendimento no desenvolvimento escolar, pois educando e disciplinando os corpos, tornam-se cidadãos para a vida em sociedade, fortalecendo o caráter, enaltecendo valores socialmente desejáveis, ensinando ao cidadão, viver e compartilhar em com experiências em grupo.  
Diante disso, observa-se a dimensão da importância da Educação Física no ambiente escolar, os benefícios que ela traz para o indivíduo são se restringem apenas a moldar o corpo para que os mesmo se tornem fortes em suas aptidões, e sim, educar os mesmos, enaltecendo valores sociais.
Sabemos que hoje, os sistemas educacionais nacionais de ensino, são instituídos por normas legais, e no caso brasileiro temos a Lei Geral de Educação, que é a chamada Lei de Diretrizes e Bases (LBD), que atualmente é a Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional, trazendo a Educação Física como componente escolar de forma “facultativa”.
A disciplina Educação Física passa a fazer parte do currículo escolar, sendo assim, podemos analisar que, para ser inserida nas Bases de Ensino Nacional, o congresso viu sua importância. Sendo assim, para respaldar ainda mais esta disciplina, essa lei foi revogada, conforme o trecho retirado da fonte do site da Casa Civil da Presidência da República (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10328.htm).  


Introduz a palavra "obrigatório" após a expressão "curricular", constante do § 3o do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O § 3o do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da Educação Básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de dezembro de 2001; 180o da Independência e 113o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Portanto, a disciplina de Educação Física, tem não só base legal para sua permanência no currículo escolar, ela também é legítima, pois de forma democrática tem aceitação e desejo popular. Para a mesma estar presente na escola, necessita-se da força da lei, e isso ela tem, mas não basta apenas isso, nosso país é democrático, e sua adesão é de interesse popular. A inserção e permanência do currículo escolar trazem dentre seus inúmeros benefícios, alguns importantes, como:
·         Disciplina do corpo e da mente, para um melhor convívio social;
·         Através de sua dinâmica com jogos, recreação e lazer proporcionam prazer e aumentam auto-estima do indivíduo no ambiente escolar;
·         Por ser também uma atividade lúdica, proporciona o indivíduo, a trabalhar sua mente;
·         Desperta e fortalece aptidões e potencialidades nos mesmos:
·         Sua prática variada permite para que o ensino na instituição não “caia na rotina”;
·         Enaltece e colabora em manter a cultura do povo, através de suas práticas corporais como danças, jogos, brincadeiras;
·         Promove a saúde corporal;
·         Sua assimilação com o esporte, através dos jogos, permite ao indivíduo, desenvolver valores sociais, como a convivência mútua em grupo, sabendo lidar também com derrotas e vitórias, diferenças socias e econômica através das atividades e dinâmicas em grupo.
Na intenção de ser atendido em minha solicitação para a necessidade da disciplina Educação Física está inserida e não sair do componente escolar despeço-me com votos de elevada estima e distinta consideração.  

Atenciosamente,
Raynner Martinho Barcelos / Aluno EAD Pólo de Santa Teresa


11 de outubro de 2009

O exercício de reflexão nesses primeiros passos do curso, foram base de nossos pensados e discutidos conceitos que temos da nossa Educação Física. 

Pensar primeiro em sua importância, é a fonte, a essência para que possamos continuar em nossa missão de educar. 

Raynner - Iniciando o Blog em Maio (um pouco de mim e do passado)


Caro amigos e companheiros da carreira Acadêmica....

A proposta do blog nesse primeiro momento, é de voltar ao tempo, refletir sobre o passado, analisar o quanto os conhecimentos adquiridos nesses anos ingressado no curso acadêmico, vieram a mover e mobilizar muito de nossos pensamentos e ações, não só em relação ao ímpeto pessoal, como também o profissional, já que durante esse período, me encontro na posição atuante da docência em um Projeto Social com a modalidade do Karatê (Projeto Educarte) vinculado a Secretaria de Esportes Municipal, promovido pela Prefeitura Municipal de Santa Teresa.

Para melhor entender, ou melhor me entender, voltei a alguns arquivos do passado, onde no SAC II, relatamos a experiência do primeiro ano no Curso Pró-Licenciatura em Educação Física. Portanto, esse texto fala um pouco de mim, ou melhor, o que eu pensava anterioremente em relação ao curso, sendo o norteador em relação aos primeiros passos da minha carreira acadêmica que ali nascia. 

Portanto, o texto do SAC II, foi o seguinte:

MEU PRIMEIRO ANO COMO UNIVERSITÁRIO NO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UFES – UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

A iniciativa para o ingresso no Curso de Educação Física, foi um desejo que me acompanhou e acompanha ao longo de minha vida como esportista. Vindo de pais também formados em Educação Física, como a minha mãe formada na CEUNES/UFES e depois meu pai formado no ESFA (antigo ESESFA), que me incentivaram ainda mais para que a minha jornada culminasse também, no curso de Educação Física.
Praticante de Karatê desde os 04 anos de idade (hoje com 22, então somando 18 anos de prática), iniciei a experiência pedagógica no ano de 2007, com a implementação de um Projeto Social na Prefeitura Municipal de Santa Teresa, projeto este de minha própria autoria: o Projeto Educarte “Educação e arte na Formação de Cidadãos para o Mundo”, ministrando aulas particulares na Academia Alfa Fitnes (em Santa Teresa) e sendo o pioneiro, após muitos anos de carência desta atividade em aulas também no município de Santa Maria de Jetibá, onde através desta iniciativa, há cerca de 1 ano, foi fundado a SAMAJE – Associação de Artes Marciais neste município.
Diante da grande carga horária de aulas semanais e com o aparecimento da necessidade de um curso Superior, prestei Vestibular na Faculdade ESFA de Santa Teresa, sendo aprovado, mas tornando-se inviável o percurso do grau superior na modalidade presencial, principalmente quando fui aprovado no concurso público na SEJUS – Secretaria do Estado da Justiça, em março de 2006, sendo empossado em agosto de 2008 em jornada de trabalho 24 x 72 h, tendo que trabalhar na cidade de Viana, mas continuando a residir no município de Santa Teresa, devido aos trabalhos sociais com o projeto anteriormente relatado e ainda vigente nesta cidade.
Tudo se encaixou, quando em meados de agosto de 2008 abriram-se as inscrições para o ingresso no curso de Educação Física na modalidade EAD - Universidade Aberta do Brasil, com o respaldo da UFES como uma instituição conceituada em âmbito nacional. Foram abertas as inscrições principalmente para pessoas que atuavam na rede pública, em qualquer área, mas que não possuíam habilitação na área, como foi meu caso. Em setembro deste mesmo ano foi realizado o processo seletivo, na qual fui aprovado e classificado em 12º lugar. Em outubro iniciou o processo de inscrições, e em fim, novembro de 2008 iniciou-se as aulas no Pólo de Santa Teresa. Foi uma oportunidade ímpar, que a meu ver, apareceu no momento certo e na hora certa, já que a necessidade de conhecimento aflora cada vez mais em minha prática docente.
Inseridos a partir deste ponto de vista, em um mundo virtual novo, onde a prática com a tecnologia é vital para o percurso durante o curso não me deparei de imediato, com dificuldades para assimilar tais informações, mas com o tempo apareceu devido ao fato de também ser uma experiência nova para a Universidade. Com a plataforma Moodle em constantes manutenções, dificultou o nosso trabalho inicialmente, mas agora, com a prática constante, a assimilação torna-se cada vez mais evidente em nosso meio.
Esta nova forma de ensino foi concebida para ajudar aos que se encontra em situações que impedem a possibilidade de comparecer e vivenciar um curso totalmente presencial na atualidade, ou seja, trabalhar para conquistar os objetivos da vida do lado financeiro, como também de custear uma faculdade particular, sendo este último um obstáculo que desanima a todos os que buscam ou necessitam de uma capacitação em nível superior, na medida em que o mercado está cada vez mais exigente. O curso exige de cada aluno uma grande disciplina de estudos, já que as aulas presenciais ocorrem apenas suma vez por semana. Ta ai uma outra dificuldade na qual preciso explorar, ou seja, ser mais rígido com minha carga horária de estudo semanal, pois devido ao acúmulo de atividades cotidiana com meus três empregos, acesso a plataforma geralmente nos prazos finais das atividades, e muito pouco exploro todo o conteúdo da disciplina disposto na plataforma Moodle. Devido essas dificuldades do cotidiano, fiquei ausente das aulas por certo período, desanimei, fiquei desmotivado, não tinha estímulo para continuar em minha caminhada, mas percebi o quanto às pessoas se interressam por nós, os amigos a tutora e a coordenação do curso, me abriram os olhos para o futuro, e com relevante persistência em seus esforços e conselhos, fizeram com que eu retornasse ao curso. Essas pessoas marcaram muito esta minha jornada inicial como Universitário, e seus esforços ficaram gravados em minha memória.
A metodologia da Modalidade à Distância faz com que o aluno, vá à busca do conhecimento, sendo que o Tutor Presencial, assim como o à Distância, se encaixem como Mediadores do Saber. Essa relação Tutor x Aluno é muito interessante, pois não se impõe o conhecimento, e sim, se constrói, através do diálogo nas mesas abertas de discussões presenciais. Por mim o Tutor presencial é bem explorado, já com o Tutor à distância vejo que também preciso, na gíria, “sugar” mais de todo seu amplo conhecimento através das salas virtuais. O que muito nos ajuda, mesmo sendo o conteúdo transmitido virtualmente, é o material didático impresso, na qual nós podemos levá-lo para onde formos, e isso facilita e muito. Os fascículos impressos, para mim, são de imensa importância, e uma sugestão para que não acabe com os mesmos durante o transcorrer do curso. Todo ele nos auxilia para as avaliações tradicionais escritas necessárias a cada disciplina, sendo uma fonte de consulta de grande viabilidade. Falando em avaliações, vejo que os conteúdos estão no caminho certo, sendo bem avaliados, de forma virtual e nas provas escritas. As atividades complementares, como a primeira experiência em um Congresso Universitário, foram muitíssimo importantes não só para sentirmos um pouco aquela emoção de estar presente fisicamente pela primeira vez como cursando, no Campus da Universidade Federal do Espírito Santo, mas também para compartilharmos experiências não só com os alunos Pró-Licen, como com todos os membros da área de Educação Física a nível Estadual, ou até mesmo Nacional. Vejo que esse tipo de atividade nos auxilia para a construção de conhecimento, através da partilha de experiências. Na oficina de EJA que participei, na qual eu não sabia nem o significado, foi uma experiência nova, pois obtive um aprendizado bem interessante quanto a educação adulta.
O Curso Pró-Licen em Educação Física na modalidade EAD, com suas disciplinas voltadas diretamente para área escolar, vem contribuindo muito para uma proveitosa assimilação do conhecimento em relação com minha prática docente diária. Neste segundo Semestre 2009/2, foram apresentadas as seguintes disciplinas:
·         Elaboração da Memória Profissional I (Prof.: Francisco Eduardo Caparroz). O estudo desta disciplina nos conscientizou o quanto à escrita, o registro em si é importante no transcorrer de nossos trabalhos. O Ato de Registrar faz com que se memorize o transcurso do trabalho com reflexões proveitosas.
·         Educação Física, Formação Docente e Currículo (Profª. Zenólia Figueiredo). Buscou gerar o entendimento de um Currículo e repensarmos a nossa identidade como profissional através de nossa postura de nos tornarmos dispensáveis ou não, para nossos alunos. Intensificando os estudos quanto a Formação do professor propriamente dito quanto à construção do currículo profissional.
·         Introdução a Educação Física (Prof. Otávio Tavares). A partir desta disciplina o estudo voltou-se para a Educação Física escolar, um dos maiores propósitos do curso. A atividade física relacionada com fatos históricos apesar das alterações onde ocorreram mudanças significativas no seu ponto de ação, ou seja, da ginástica para o esporte e do esporte para a busca do físico ideal.
·         Educação Física, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano (Pro. José Francisco Chicon). Vimos o processo pelo qual o ensino pode acontecer. Valendo-se de alguns conceitos básicos como o crescimento, maturação, aprendizagem e desenvolvimento, que são processos seqüenciais. O desenvolvimento humano segue, segundo os teóricos abordados no fascículo, três concepções distintas inatista, ambientalista e interacionista. Debatemos as diferentes concepções e seus autores, passando por Piaget e Vigotsky, que consideram o desenvolvimento relacionado com o processo de interações ao qual o sujeito é submetido.
·         Educação Física, Corpo e Movimento (Prof.José Luiz dos Anjos). Onde a interação com o meio externo influência as formas e comportamentos dos alunos, na maneira de ver o corpo, como produto de beleza, de aptidão física para o trabalho, o corpo do esportista, e o corpo das modelos. Nesta disciplina aprendemos que o ideal de corpo é apresentado pela mídia, e a sociedade vai aderindo a estes conceitos, e desencadeando uma série de problemas desnecessários de saúde, entre outros.
·         Educação Física e Escola (Prof. Valter Bracht). Debatermos a Educação Física como uma disciplina que tem passado por grandes transformações no decorrer das últimas décadas, onde a ginástica foi cedendo lugar ao esporte, e logo após a servir de referencia para as crianças, onde através do esporte se sentem motivados e a desejar  a busca de medalhas, troféus e prestigio. Bracht divide a Educação Física sobre três pontos de vista: trabalho e lazer, onde o corpo era visto como máquina de produção e o lazer como mera recompensa, Corpo e saúde onde cada classe social define o modelo de corpo que considera saudável e por ultimo educação e esporte, onde as aulas de Educação Física passaram a sustentar o esporte de rendimento, como discurso oficial da Educação Física. Nesse meio tempo surge uma nova concepção que é a cultura corporal do movimento, que se dirige para as diversas práticas corporais, não se limitando a uma só modalidade, e envolvendo ginástica, esporte e cultura. Esse modelo de ensino de fato é algo que deve ser incorporado por todos os professores, para que os alunos, por serem tão diferentes uns dos outros, possam desenvolver e diversificar suas habilidades.
·         Psicologia da Educação (Prof. Leonardo Graffius Damasceno). Traz uma semelhança com a disciplina ADH (Aprendizagem e Desenvolvimento Humano) do professor Chicon, com conceitos sobre as concepções inatistas, ambientalistas e interacionistas, esta última defendida por Jean Piaget e Vigotsky, que também reforçam a concepção construtivista.

Ao término deste ano, vejo o quanto minha metodologia nas aulas mudou, sendo mais interacionistas com meus alunos, trazendo eles mais para as aulas, buscando mais diálogo em minhas dinâmicas, observações que antes eu não conseguia enxergar. Minha relação com meus alunos mudou, principalmente agora depois da disciplina Psicologia da Educação, na qual com o conteúdo explorado, vejo o quanto é importante conhecer a criança em seus estádios, para que o planejamento do trabalho possa a ser mais bem executado. Cada disciplina deixou uma mensagem relevante, Elaboração da Memória Profissional, por exemplo, mostrou quanto o registro é importante na vida do docente. Antes eu não buscava muito registrar os fatos, hoje vejo que evolui, mas ainda tenho que explorar ainda mais isso em minha prática docente.
Todo o conteúdo auxiliou para que eu pudesse realizar pela primeira vez na história do Karatê no município de Santa Teresa, a 5ª Etapa do Campeonato Estadual de Karatê, que contou com o apoio dos mus amigos cursando e da Coordenação do Pólo. Os alunos do Projeto Educarte, obtiveram 37 premiações, sendo que 14 ouros, 10 pratas e 13 bronzes. O apoio da Turma de Educação Física foi fundamental para que se conseguisse registrar ao máximo, os momentos deste importante evento, que foi não só para o Município, mas também, uma imensa realização pessoal e profissional.
Ao longo deste curto, mas proveitoso período e refletindo sobre estas disciplinas, paro e penso sobre a necessidade crescente de aumentar o meu campo de visão no tocante à relação professor-aluno. Estas disciplinas foram fundamentais para que, na atualidade, eu consiga um melhor relacionamento com os mesmos. Deixar com que o aluno produza seu próprio conhecimento, foi muito relevante a ser incrementando em minha prática docente. Abortar o ensino tradicional é necessário para que possamos construir um desenvolvimento mútuo de aprendizagem.
Minha expectativa para os próximos 4 anos que se segue, é transformar o máximo possível, o conhecimento adquirido com a teoria em prática, pois ser professor não é uma profissão que se exerce por obrigação, e sim por satisfação, prazer e orgulho, na qual a criança passa ver em você, um espelho para sua vida, assim como seus pais.
“Espero chegar ao término de minha caminhada, olhar para trás e ter a satisfação do dever bem feito, pois todos tentam, os fracos desistem no transcorrer da jornada, mas só os persistentes, conseguem forças para alcançar suas conquistas...”.

___________________________________________________________________________________





vendredi 4 mai 2012

Apresentação - 05

Este aluno sera o editor e autor das postagens durante o mês de MAIO.
Raynner sempre foi um aluno atuante e organizado, passou por períodos de instabilidade, mas surpreende sempre a cada oficina e trabalhos escritos.

FINALIZANDO...



Que pena! Acabou o meu mês de edição, mas com certeza estarei sempre aqui.






Foi maravilhoso ter compartilhado  um pouco de mim, e relatado sobre as vivências construídas com o curso de Educação Física em EAD.

Valeu...