"Estou curtinho muito participar do blog e estou pensando em fazer um aqui sobre os esportes na minha cidade."
Eu sempre fiz os textos exigidos para os Seminários , mas a minha dificuldade sempre foi falar em publico, me expressar, por isso faltava em muitas atividades,ou seja, minha dificuldade nunca foi a de fazer os trabalhos e sim apresenta-los; mas percebo que estou melhorando sobre isso.
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jeudi 18 octobre 2012
dimanche 14 octobre 2012
Considerações como aluno EaD
Saber conciliar estudo/escola/trabalho/vida social e uma das maiores dificuldades para um aluno universitário na modalidade EAD.
Creio que todo aluno ,quando ingressa, em alguma instituição de ensino na modalidade EAD , sente dificuldades em se adaptar ao novo modelo, questões como a falta do professor diariamente, horários fixos de estudo são problemas a serem superados nessa nova forma de ensino.
Tive e tenho muitas dificuldades no modelo EAD, com a substituição do professor pelo orientador (Tutor) como fator primordial na adaptação.
Mas acredito que as minhas experiências como aluno universitário na modalidade EAD, estào sendo muito positivas:
Aprender a me policiar com relação a horários, criar meus próprios métodos de estudo para melhor absorção do material proposto durante a semana pelo tutor.
"[...] sendo o dispositivo próprio para o trabalho da base escolar, tem como objetivo principal manter viva [...] através da execução de um trabalho que deve ter como seu produto um “produto próprio de cada um” (Claudia Murta 2008)
As amizades feitas no curso EAD são mais marcantes, pois nos encontros presencias trocamos conhecimentos, frustrações, conquistas, dificuldades, acontecimentos que ocorreram na semana que passou e nos fortalecemos para a semana que acontecerá.
A pratica do estagio no curso EAD se torna primordial para um bom crescimento e entendimento do conteúdo a ser aplicado.
É o momento no qual estamos em contato com os alunos, aplicando aquilo que foi construído por nós mesmos, alunos EAD.
Pois “ o trabalho do aluno com o conteúdo não se restringe a posição de um receptor passivo, diferentemente , em EAD o aluno é um transformador e autor daquele conteúdo. Ele não é, pois, um mero executor de tarefas , determinadas por equipes de trabalho, mais , sim, um importante participante de um projeto de formação. (Claudia Murta 2008).
Referencias-
Metodologia EAD(Claudia Murta 2008)
Creio que todo aluno ,quando ingressa, em alguma instituição de ensino na modalidade EAD , sente dificuldades em se adaptar ao novo modelo, questões como a falta do professor diariamente, horários fixos de estudo são problemas a serem superados nessa nova forma de ensino.
Tive e tenho muitas dificuldades no modelo EAD, com a substituição do professor pelo orientador (Tutor) como fator primordial na adaptação.
Mas acredito que as minhas experiências como aluno universitário na modalidade EAD, estào sendo muito positivas:
Aprender a me policiar com relação a horários, criar meus próprios métodos de estudo para melhor absorção do material proposto durante a semana pelo tutor.
"[...] sendo o dispositivo próprio para o trabalho da base escolar, tem como objetivo principal manter viva [...] através da execução de um trabalho que deve ter como seu produto um “produto próprio de cada um” (Claudia Murta 2008)
As amizades feitas no curso EAD são mais marcantes, pois nos encontros presencias trocamos conhecimentos, frustrações, conquistas, dificuldades, acontecimentos que ocorreram na semana que passou e nos fortalecemos para a semana que acontecerá.
A pratica do estagio no curso EAD se torna primordial para um bom crescimento e entendimento do conteúdo a ser aplicado.
É o momento no qual estamos em contato com os alunos, aplicando aquilo que foi construído por nós mesmos, alunos EAD.
Pois “ o trabalho do aluno com o conteúdo não se restringe a posição de um receptor passivo, diferentemente , em EAD o aluno é um transformador e autor daquele conteúdo. Ele não é, pois, um mero executor de tarefas , determinadas por equipes de trabalho, mais , sim, um importante participante de um projeto de formação. (Claudia Murta 2008).
Referencias-
Metodologia EAD(Claudia Murta 2008)
mercredi 10 octobre 2012
A volta aos estudos!
Voltar à sala de aula pode ser impossível para alguns, ou um desafio a ser conquistado por outros.
Estava a onze anos fora das salas de aula até ter a possibilidade de ingressar em uma universidade, pois “se o individuo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente” (J. Piaget).
Estar inserido no mundo dos esportes já a algum tempo me ajudou em minha readaptação no meu processo acadêmico no curso de Educação Física.
Um momento marcante foi a aplicação do meu primeiro plano de aula nas aulas de Educação Física onde pude enfim estar aplicando meus conhecimentos na escola e estar no ambiente escolar, com o professor, com os alunos, diferente do que havia vivido nas aulas da escolinha de futebol.
Acredito que quanto mais tempo uma pessoa estiver fora da sala de aula às dificuldades serão cada vez maiores no seu retorno acadêmico.
Para mim tem sido um grande prazer, pensei que seria mais difícil me readaptar, que seria estafante estudar e abrir os horizontes e esta vivência está superando todas as dificuldades.
“Sem a curiosidade que se move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino” (Paulo freire).
Saber conciliar estudo/escola/trabalhos/vida social é uma das maiores dificuldades encontradas. Ou seja a distribuição do tempo.
Mas acredito que um dos momentos mais importante do curso ocorre nos encontros presenciais, onde trocamos experiências, informações, frustrações, conquistas. E o aluno pode dividir suas vivências decorrentes da semana que se passou.
Referências:
Piaget, J. Educar para o futuro. 1994, p.79)
Piaget, J. Educar para o futuro. 1994, p.79)
lundi 24 septembre 2012
Congresso
Uma experiência diferente, com entrevistas, fotos e filmagens, fiquei me sentindo o verdadeiro Wolf Maya kkkkkkkkkkkkk.
| Fila basica do almoço. |
| Hora do descanço. |
Noite de autografos.Tutora Mariana Pozzatti e turma de Santa Teresa. |
| Palestra do Prfº. Dr. Mauro Betti |
| Montagem do cordel de fotos. |
| Só assim para o Bernardo tirar uma foto. |
| Eu, Profº Dr. Mauro Betti e Dagma somos pessoas de sorte. Não é todos os dias que encontramos pessoas como o Mauro, Obrigado professor. |
| Tutora Mariana e a turma do Polo de Vitória. |
| Inicio da apresentação cultural Teatro da Universidade. |
| Trabalho com pessoas com deficiência. |
| Apresentação do grupo Andora. |
| Pagode, grupo Andora. |
| A Coordenadora geral do Prolicen, nada mais, nada menos do que: FERNANDA PAIVA. |
vendredi 14 septembre 2012
o retorno
Imaginem, por favor, uma pessoa com mais de vinte anos sem pisar em uma sala de aula?
Quando entrei no EAD, pensei será tudo mais facil por se tratar de uma curso a Distancia, mero engano.
Começamos com trabalhos, textos, onde em muitos me perdi. Contudo tenho ótimas lembranças do primeiro trabalho em apresentação no Seminário de Articulação do Conhecimento na UFES, diga-se de passagem, o primeiro SAC.
Foi um trabalho voltado a nós mesmos, para que as pessoas nos conhecessem, o conhecimento de si.
Lá conhecemos novos tutores, novos companheiros, muitos deles desistiram, a maior parte ainda luta para continuar e finalizar o curso EaD.
Nesta tragetória conheci escritores fantásticos que encontrei nos fasciculos, afinal já se passaram 8 períodos.
Fascículos como: Corpo, Movimento e Conhecimentos Biólogicos, que nos mostraram a organização, funções e importancia das células.
Conhecimentos Fisiológicos que abordavam o matabolismo, o sistema Neuromuscular, o Sistema cardiovascular, o sitema respiratório; um dos fasciculos mais completos no meu ponto de vista, todos impecáveis.
Em todo esses períodos venho descobrindo coisas novas abordagens sobre o corpo humano, sobre a dança, sobre a luta, sobre futebol e sobre tudo que envolve a Educação Física.
mardi 21 août 2012
A intervenção em Projetos sociais e na Pre-escola
Este PPT não é de minha autoria, mas quando o aluno tem dificuldades devemos solucionar problemas!
mercredi 8 août 2012
mercredi 27 juin 2012
Aluna 6 Outra Experiência como Universitária
Outra experiência que não poderia
deixar de compartilhar foi à prática da oficina de Futebol na qual me intimidei
de início, porque não tinha experiência com o futebol e compartilhei na
plataforma, durante o seminário de
estudos online, que as experiencias eram tao somente ter assistindo um filme de
futebol americano Desafiando os Gigantes e ver passar na televisão jogos de equipes brasileiras, e
finalmente quando via na rua jovens jogando. Ainda quando cursei Técnico em
Meio Ambiente, as meninas da minha turma ajudaram nos jogos de InterClasses, e
no último jogo uma menina faltou e
precisavam de alguém para substituí-la, elas insistiram tanto até que eu
participei, mas em meio do jogo fiquei toda perdida, porque não entendia de
futebol e os meninos da minha sala ficavam me orientando da arquibancada, só
faltava fazer gol contra !!!rsrs...e os outros alunos da torcida ficavam
comentando: - O que essa menina esta fazendo aí... eles estavam aflitos, como
todos os participantes do jogo, que viram que eu não sabia jogar, ninguém me marcou,
com isso acabei fazendo dois gols. Em seguida no final do jogo, acabamos
ficando em primeiro lugar, e até mesmo ganhei uma medalha.
Postei a foto logo abaixo para descontrair! rs. Guardo ela como lembrança.
Postei a foto logo abaixo para descontrair! rs. Guardo ela como lembrança.
E depois todos ficavam apontando, dizendo: - Foi aquela menina que fez os dois gols".
Foi uma oficina de praticas universitarias que não teria escolhido e por não
ter feito a inscrição em tempo hábil, acabei na oficina de futebol, pois desta forma foram distribuídos aqueles que não fizeram sua inscrição em tempo hábil. Eu nunca gostei de futebol, mas hoje sei do quanto ela foi significante para
minha formação, pois um professor de Educação Física não deve trabalhar nas
aulas só o conteúdo que melhor domina ou que gosta, se não
fosse a razão da mesma, teria escolhido a de
ginástica, dança, práticas inclusivas, dentre outras. E a visão que eu tinha do futebol mudou
completamente, eu via o futebol como algo insignificante para mim. De acordo com Chateau (apud, PETTI, 1995), o jogo tem um importante papel social de "aliviar pressões" do cotidiano. Diferentemente de muitos aspectos da realidade, no jogo é possível realizar a ação novamente, melhorar e mudar a relação com as pessoas, criar e recriar novas situações. Nesse contexto, a criança é estimulada a agir e tem o poder sobre sua ação, pois "´[...] por meio de suas conquistas no jogo, ele afirma no seu ser, proclama o seu poder e sua autonomia" (CHATEAU,1995), p.26). Como já
havia ressaltado que não entendia de futebol, ao mobilizar mais uma vez o grupo de
crianças e jovens fiquei insegura, pois não sabia dominar o conteúdo futebol, pensei "que conteúdo vou trabalhar com esses meninos", com isso pesquisei na
internet os principais fundamentos do futebol, mas como realizar a prática
sendo que não tinha esse conhecimento, neste momento eu pesquisei no youtube cada
fundamento, como o passe, o chute. E na apresentação do seminário de
estudos estavam la o professor especialista de futebol, vale ressaltar que para esse "tiro o meu chapéu" e o mestre de capoeira, que ficou admirado por existir alguém no país do futebol que não gostava e
não tinha contato com o futebol, sendo que vivemos no "país do futebol", até mesmo porque compartilhei relatando que a primeira e única vez que assisti um jogo futebol foi na última copa do mundo.
Isso me faz lembrar da suma importância, como futura educadora, de levar em consideração a realidade, a cultura do aluno, para poder alcançar os objetivos.
Mais um slide para compartilhar!
Mais um slide para compartilhar!
samedi 23 juin 2012
Aluna 6 - Primeira experiência como universitaria
Minha primeira experiência em realizar práticas de
Educação Física, como aluna universitária, foi a da Oficina de Ludicidade e Arte, mas não tinha um grupo
para realizar estas práticas, com isso tive a ideia de convidar crianças e jovens
da minha comunidade, pedindo a autorização dos pais, e marquei com as crianças um
horário aos domingos e como ainda não tinha nenhuma experiência de trabalhar
com crianças e ja que ainda não atuo na área da educação, estava bastante
ansiosa.
Mas independente do espaço, o sujeito pode aprender
tanto em ambiente formal, quanto no informal, na escola, em casa, na sociedade,
dentre outros.
Quando chegou o dia marcado, o fato de ser em
ambiente informal achei que as crianças poderiam não levar a sério e não
comparecer , mas quando vi a primeira criança chegando foi contagiante, com
isso chegavam cada vez mais crianças e a minha alegria ia aumentado pois constatei
que as praticas iriam acontecer e no final, compartilhava o momento com pipoca
e suco e com as crianças bastante animadas eu estava convicta de que elas
estavam gostando.
Segundo os autores do fascículo de jogo. Na área da
Educação Física não há consenso em relação às semelhanças e as diferenças entre
o jogo e a brincadeira, pois os limites entre essas duas manifestações
culturais são bastante tênues. Piccolo (2009) afirma que somente os “jogos
protagonizados” podem ser considerados como sinônimo de brincadeira.
Para Caillois (1990) o jogo é associado a uma
desconcentração, diversão, não seriedade, improdutividade, liberdade, criação,
sorte ou destreza. Esse autor ressalta o valor pedagógico do jogo, ao afirmar
que “[...] cada jogo reforça e estimula qualquer capacidade física ou
intelectual. Através do prazer e da obstinação, torna fácil o que era difícil
ou extenuante.
Fiquei muito feliz em apresentar esse slide no Seminário de atividades complementares- SAC,
cada evento para mim era um desafio, pois por meio destes eventos eu teria que falar da experiência da
oficina; além de gostar muito dos SACS, eles foram muito marcantes para a minha
história no EAD, ou melhor, de suma importância para minha formação, pois eu tinha aquela barreira de
falar em público, principalmente no ambiente formal, mas ao mesmo tempo eu
sabia que passar por isso seria importante para vencer essas barreiras.
Na minha apresentação nos eventos os tutores
ficaram surpresos pelo fato de ter conseguido envolver esses meninos a participarem
das práticas por ser num espaço informal. Vale ressaltar que foi na garagem e
no pátio da casa de meu primo/vizinho e a hora do lanche foi na minha casa que
preparei com muito carinho, pois os meus alunos mereceram rsrs...
mardi 17 avril 2012
Oficina de docência e seus resultados. Parte I
Quero compartilhar com todos alguns momentos vivenciados a partir do projeto de intervenção. Este projeto partiu da experiência com a oficina de docência de Expressão Corporal no SAC IV, onde foi possível realizar uma experiência maravilhosa com a professora Fernanda Simone Lopes de Paiva e demais colegas. Sem dúvidas a oficina nos proporcionou maior criatividade e reflexão, principalmente sobre cada um individualmente.
O projeto foi desenvolvido em um grupo não formal, conhecido por muitos em nossa cidade, trata-se do Clube de Desbravadores Pioneiro dos Alpes.
O objetivo geral do projeto era de confrontar os alunos com a cultura corporal, possibilitando perspectivas que permitam a vivência de novas experiências sobre o "cuidar de si e cuidar do outro".
Portanto foram analisados os seguintes temas: Exploração de si pelo próprio corpo, o cuidado com o outro através da higiene pessoal e coletiva, alimentação saudável e questões ambientais como a reciclagem do lixo.
Refletindo sobre está vivência, posso dizer que foi positiva, foi maravilhosa a experiência de estar com as crianças todas as semanas e poder observar nossas relações com o mundo, onde se configura o que chamamos de criatividade, expressividade e ludicidade.
Todavia vale ressaltar pontos que se fizeram negativos, neste caso a avaliação, logo constato que os dados coletados foram registrados de forma insuficiente, fato este que me deixou um tanto frustrada, talvez pela minha pouca experiência.
De acordo com Sant’Anna (1998, p.29, 30) uma avaliação é:
[...] Um processo pelo qual se procura identificar, aferir, investigar e analisar as modificações do comportamento e rendimento do aluno, do educador, do sistema, confirmando se a construção do conhecimento se processou, seja este teórico (mental) ou prático. (SANT’ANNA, 1998, p.29-30).
Amigos! Até breve.....
jeudi 22 mars 2012
Período de aproximação - Estagio Supervisionado
Antes mesmo do estagio iniciar, oficialmente, resolvi me antecipar, e já estou acompanhando as aulas da professora Simone Tietz, na E.E.E.F.M. “Alto Rio Possmoser,” em período noturno; em turmas de 1° ano do e 2° ano do Ensino Médio, que tem apenas 01 aula de Educação Física semanalmente e iniciadas no final de fevereiro e posso assegurar que tem sido uma vivencia prazerosa.
Embora não conte como estagio propriamente dito, esse primeiro contato, que os próprios professores da disciplina de estagio haviam mencionado durante o Sac VI, não contaria como hora-aula, porém permitiria a aproximação dos estagiários para com o professor, os alunos e o universo da escola escolhida. Desse modo, essa aproximação, permitiu que eu tivesse uma conversa com a professora, sobre os planejamentos, as turmas, os conteúdos lecionados, os materiais que a escola dispõem para realização das aulas, os espaços por ela utilizados.
Além disso, o fato de ir a campo, antes de começar o ano letivo do nosso curso, permitiu conhecer os alunos, no intuito de haver uma aproximação, antes que eu venha a fazer minhas intervenções.
Confesso que essas ultimas quatro semanas, em que acompanhei as aulas, tem aumentado ainda mais a vontade de exercer a profissão. Ir ao estagio tem sido uma motivação, ter esse contato com uma sala de aula, é algo gratificante.
Além disso, tem sido importante saber como a escola se organiza, como os professores se relacionam e preparam seus materiais, e até mesmo sentir as dificuldades que muitas vezes passam por despercebidos.
Portanto, uma coisa eu posso dizer, que é no estagio que se descobre o gosto pelo ensino, do contrario pode ser que muitos nunca queiram exercer essa profissão, e para quem ainda não foi conhecer seus futuros alunos, não perca tempo. No mais só posso desejar que todos desfrutem de um bom estagio em suas escolas e descubram um universo de possibilidades junto com os alunos e os professores.
Apresento as minhas turmas: 1° ano do esnino médio - 10 alunos.
2° ano do ensino médio - 20 alunos.
jeudi 8 mars 2012
Falando um pouco de Praticas inclusivas
Muitas pessoas consideram que trabalhar praticas inclusivas na escola, está voltado apenas por incluir crianças com algum tipo de deficiência, mas com a experiência que eu e os meus colegas da Oficina de Docência de Praticas Inclusivas, percebemos que esse tema vai muito além do que muitos consideram prioridade.
A atenção deve se voltar também para outros fatores que por muitas vezes excluem muitas crianças do convívio dentro de um determinado grupo, o buling por exemplo, é uma questão a ser trabalhada, quando se tem como referencia praticas inclusivas.
Por exemplo, o aluno que fica de fora de determinada brincadeira, só porque é gordinho, é algo que necessita da intervenção do professor, ressaltando a importância de todos participarem das mesmas atividades.
Na oficina aprendemos técnicas interessantes de como conseguir envolver os alunos com algum tipo de deficiência, de modo que possam se socializar normalmente com outros colegas que não tenham nenhuma deficiência.
Talvez algum leitor que passar por aqui pense: - Nossa, o termo criança com deficiência física, não é interessante de ser utilizado.
Vejamos, conforme orientação da nossa professora de oficina Maria Aparecida Dias, o velho termo utilizado “pessoa com necessidades especiais”, passou a ser substituído por “pessoa com deficiência física, pessoa com deficiência auditiva, pessoa com deficiência visual”, esses sim são os temor utilizados de modo adequado.
O que eu gostaria de compartilhar aqui, é a importância de pensar nas múltiplas possibilidades de realizar praticas inclusivas com todas as crianças, que nos são confiadas enquanto professores, as vezes é aquele aluno que fica acuado na sala, que não participa das brincadeiras, que é motivo de piada para toda a turma, são questões que muitos professores muitas vezes não dão devida importância, mas que interferem de forma significativa para a vida daqueles alunos.
Portanto que a questão é Praticas Inclusivas, que não nos limitemos as questões de deficiência e sim pensar muito além.
A partir do meu conceito de Praticas Inclusivas resolvi trabalhar com algumas crianças da localidade de Alto Rio Possmoser, por meio de um plano de intervenção pedagógica, que visava conscientizar as crianças da importância da inclusão, através de jogos e brincadeiras.
lundi 13 février 2012
Quebrando tabus (capoeira)
Como havia prometido, vou relatar minha experiência fora da área de atuação, com a vivencia informal da Capoeira.
Quando havia perdido os prazos de inscrição para as oficinas de Docência, fui aleatoriamente conduzido para a oficina de Capoeira, que a princípio me deixou em pânico, por nunca ter me interessado nem por assistir a uma roda de capoeira, e por outros preconceitos que existiam devido a mitos relacionados à religião. Deixei meus tutores atordoados com tanta insatisfação até que fiquei numa situação que não havia outra alternativa a não ser fazer a oficina.
Chegado o dia, me deparei com um professor (Mestre Fábio Loureiro) que com sua simplicidade e competência nos passou conhecimentos e tirou todas as minhas dúvidas à respeito da capoeira e seus mitos, o que me deixava mais tranquilo e animado com a oficina.
Chegada a data de início, me deparei com meus alunos super empolgados, pois pensavam que eu iria ensiná-los a dar cambalhotas e outras "macacadas", que eles achavam que ensinaria.
Começamos utilizando as ferramentas tecnológicas para mostrar um pouco mais da cultura e tradições que envolvem o tema, aprendemos noções de ritmo numa cópia fiel ao conteúdo transmitido pelo Mestre Fábio, até me deparar com minha primeira decepção, quando os alunos não compareceram em duas aulas que havia marcado, um total desinteresse que ainda não detectei, desconfio que seja por causa das "macacadas" que não havia ensinado, o que me deixou muito preocupado me obrigando a tomar uma medida extrema para não comprometer o encerramento da oficina, tornando a convocar os alunos para uma última aula onde embuti o conteúdo de duas aulas em uma.
Finalizamos a oficina percebendo um gostinho de "quero mais" devido aos golpes do "Rabo de Arraia" e "Martelo" que se aproximaram das suas expectativas.
Pra mim, foi uma experiência marcante por jamais imaginar que um dia eu daria aulas de capoeira, muito menos de ter a oportunidade de participar de uma roda, sem falar na satisfação que me proporcionou, fiquei muito realizado com esta experiência e tenham certeza de que, se um dia for professor em alguma escola, a Capoeira com certeza fará parte dos conteúdos que ensinarei aos meus alunos.
Fica a dica para todos que estão no curso para também vivenciarem a oficina de capoeira, é muito boa e satisfatória. Recomendo!
Abaixo um PowerPoint na ordem cronológica das aulas.
Abraço a todos
mardi 7 février 2012
O ensino em área diferente do trabalho - parte 1
Toda vez que concluímos um módulo no curso ead de Educação Física, vamos a UFES participar de um seminário (SAC) onde apresentamos textos e mídias sobre a experiencia vivenciada e participamos de oficinas que nos orientam a dar aulas em determinadas modalidades no ambiente escolar.
Minha primeira experiência foi com Atletismo, que por sinal se tornou minha escolha devido a uma experiência passada nos tempos de escola, associando experiência à facilidade do ensino. Optei por ensinar as modalidades ligadas aos saltos (Triplo, em Distância e em Altura) que se tornaram uma das minhas melhores experiências com o ensino, pois até então, só havia ensinado futebol a um grupo de alunos.
Minha primeira experiência foi com Atletismo, que por sinal se tornou minha escolha devido a uma experiência passada nos tempos de escola, associando experiência à facilidade do ensino. Optei por ensinar as modalidades ligadas aos saltos (Triplo, em Distância e em Altura) que se tornaram uma das minhas melhores experiências com o ensino, pois até então, só havia ensinado futebol a um grupo de alunos.
Foi incrível ver a motivação dos alunos que são meus atletas no futebol aprendendo uma nova modalidade esportiva que ainda não haviam experimentado.
Esta experiência foi um "divisor de águas" em meus conceitos que se prendiam somente ao ensino do futebol atribuído à experiência como atleta, me mostrando que podia me dedicar a outras modalidades desde que tenhamos recursos suficientes para o ensino alcançando o mesmo êxito. Ainda bem que a Prefeitura de Santa Maria através da Secretaria de Esportes tinha espaços e material disponível para que eu pudesse ensinar os saltos, principalmente o salto em altura que dependia do colchão para amortecer a queda que estava disponível para uso. Esta modalidade de salto foi ensinada por último e foi sem dúvida nenhuma a melhor e mais descontraída entre os alunos.
Esta experiência foi um "divisor de águas" em meus conceitos que se prendiam somente ao ensino do futebol atribuído à experiência como atleta, me mostrando que podia me dedicar a outras modalidades desde que tenhamos recursos suficientes para o ensino alcançando o mesmo êxito. Ainda bem que a Prefeitura de Santa Maria através da Secretaria de Esportes tinha espaços e material disponível para que eu pudesse ensinar os saltos, principalmente o salto em altura que dependia do colchão para amortecer a queda que estava disponível para uso. Esta modalidade de salto foi ensinada por último e foi sem dúvida nenhuma a melhor e mais descontraída entre os alunos.
Na próxima publicação vou contar minha outra experiência, desta vez com a "Capoeira". Abaixo o endereço do slideshare que contém o PowerPoint das aulas de atletismo.
Abraço e até a próxima
lundi 16 janvier 2012
PRESENTE - PARTE II
O Tênis de Mesa é outro esporte que venho trabalhando e coordenando através da Secretaria Municipal de Esportes de Santa Maria de Jetibá.
Surgiu em 2008 à oportunidade de coordenar e organizar os Campeonatos Municipais e as Seletivas Escolares de Tênis de Mesa, onde neste mesmo ano tivemos a grata surpresa de conseguir levar três mesatenistas para a disputa das Olimpíadas Escolares Brasileira, realizada em Poços de Caldas-MG.
Em 2011 conseguimos filiar o clube da SEP (Sociedade Esportiva Pomerana) junto a FESTEME (Federação Espírito Santense de Tênis de Mesa) e a CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa), o que nos deu o direito de disputar as Etapas do Campeonato Estadual, sendo uma destas realizada em Santa Maria de Jetibá.
No momento temos a disposição 4 mesas de 18 mm para a prática do Tênis de Mesa, e todos os dias das 17:00 as 20:00 horas atendemos as pessoas que queiram praticar ou que já praticam o esporte.
Atualmente o nosso grande destaque da modalidade a nível Estadual é a mesatenista Carla Laís de Lima de Garrafão, que recentemente ganhou o premio de melhor atleta do ano no Estado, fato este que nos deixou muito feliz.
Nada mais justo para uma atleta que é simplesmente (Tetracampeã Municipal e Estadual).
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