jeudi 28 juin 2012

Dois posicionamentos!


Escrevo para responder a uma questão que surgiu nos comentários da postagem anterior, afinal o meu papel de mediadora assim o permite.
O debate gira em torno da situação de aprendizagem através de tentativa e erro OU erros e acertos... este pensamento poderia nos levar a recordar a Psicologia da Educação, que  nos trás E. Thorndike (psicologo) estudioso do Condicionamento Operante ou Instrumental, como também  Skinner ( psicologo) e a Aprendizagem por Tentativa e Erro onde, em suas experiencias, as respostas mal sucedidas deixavam de ser tao frequentes, e diminuíam, enquanto que as respostas que levavam ao exito aumentavam.


1-  Em meu feedback efetuei referencias a uma aprendizagem que ocorre aqui no blog observando o modo em que  a editora deste mês imprime em seu desejo de postar e enfrentar as dificuldades da proposta em um ambiente desconhecido por seu próprio interesse (e que saem a contento!) e por diversas vezes, mas  em seu comentário a aluna cita um fascículo direcionando o seu pensamento para uma outra via! Nada contra, mas fica bem melhor esclarecer as duas posições, efetuando assim uma dupla aprendizagem.

O meu posicionamento  foi o de apontar a importância de " enfrentar a situação -problema e desta forma procurar a solução" . Ou seja não ha condicionamento.

2- Em sua resposta a aluna indica um autor que faz referencia a aprendizagem motora, citando Mello (2010, p.36), e este fascículo faz referencia a  Aprendizagem de habilidades motoras, citando 3 tipos de estágios: o Cognitivo quando os erros na execução de habilidades motoras são grosseiros e frequentes!
 e o estagio Associativo entre a ação e a percepção na execução da habilidade motora, ajustando-se assim para as próximas tentativas!E o estagio Autônomo, onde a habilidade já se tornou habitual.

Outro fascículo que aborda e esclarece é o de Damasceno (2009, p.21) no item Skinner e a Ciência do Comportamento - reforço, extinção, punição e generalização. A palavra behavior significa comportamento.

 Foi realmente  muito bom recordar esta disciplina e seu conteúdo, parabéns!

Afinal BLOGAR pode ser considerada uma habilidade, mas na verdade você pode considerar como Literacia Digital, ou seja, uma nova Alfabetização! A aprendizagem de uma nova linguagem! e certamente uma nova competência! Finalizo afirmando que eu, sua tutora, não sou o centro do processo da sua aprendizagem.

mercredi 27 juin 2012

Necessário pensar criticamente

A sua Oficina contemplou apenas uma modalidade esportiva que tem inúmeros adeptos. Como educadora você não é obrigada a ter um conhecimento sobre todos os esportes e sim viabilizar a ampliação do conhecimento e a reflexão critica de qualquer conteúdo. A ampliação do conhecimento acontecera quando, apesar da preferencia dos alunos pelo Futebol, aconteça também o que o fascículo de Esportes Coletivos sugere, (p.66) e com explicações (no quadro 6) Saberes corporais e conceituais do conteúdo esporte. " O primeiro sub eixo denominado saber praticar refere-se ao saber fazer que permita participar[....]em contextos recreativos." mais adiante encontramos " O segundo sub eixo relativo aos saberes corporais foi pensado com o proposito de evidenciar os conhecimentos sobre as diferentes modalidades esportivas [..] praticar para conhecer." O autor cita como exemplo o Softbol, e você em sua postagem citou o futebol americano, e eu pergunto, não seria deste ponto que uma boa educadora poderia efetuar a sua intervenção, ampliando o conhecimento dos envolvidos, ou não! qual a sua opinião! Seremos mesmo o pais do futebol, que tal o vídeo que deixo aqui para você e que representa o minimo de tudo que poderíamos discutir sobre isso.



 

Aluna 6 Outra Experiência como Universitária

Outra experiência que não poderia deixar de compartilhar foi à prática da oficina de Futebol na qual me intimidei de início, porque não tinha experiência com o futebol e compartilhei na plataforma,  durante o seminário de estudos online, que as experiencias eram tao somente ter assistindo um filme de futebol americano Desafiando os Gigantes e ver passar na televisão jogos de equipes brasileiras, e finalmente quando via na rua jovens jogando. Ainda quando cursei Técnico em Meio Ambiente, as meninas da minha turma ajudaram nos jogos de InterClasses, e no último jogo uma menina faltou e  precisavam de alguém para substituí-la, elas insistiram tanto até que eu participei, mas em meio do jogo fiquei toda perdida, porque não entendia de futebol e os meninos da minha sala ficavam me orientando da arquibancada, só faltava fazer gol contra !!!rsrs...e os outros alunos da torcida ficavam comentando: - O que essa menina esta fazendo aí... eles estavam aflitos, como todos os participantes do jogo, que viram que eu não sabia jogar, ninguém me marcou, com isso acabei fazendo dois gols. Em seguida no final do jogo, acabamos ficando em primeiro lugar, e até mesmo ganhei uma medalha.
Postei a foto logo abaixo para descontrair! rs. Guardo ela como lembrança.
E depois todos ficavam apontando, dizendo: - Foi aquela menina que fez os dois gols".
Foi uma oficina de praticas universitarias que não teria escolhido e por não ter feito a inscrição em tempo hábil, acabei  na oficina de futebol, pois desta forma foram distribuídos aqueles que não fizeram sua inscrição em tempo hábil.  Eu nunca gostei de futebol, mas hoje sei do quanto ela foi significante para minha formação, pois um professor de Educação Física não deve trabalhar nas aulas  só o conteúdo que melhor domina ou que gosta, se não fosse a razão da mesma, teria escolhido a de ginástica, dança, práticas inclusivas, dentre outras. E a  visão que eu tinha do futebol mudou completamente, eu via o futebol como algo insignificante para mim. De acordo com Chateau (apud, PETTI, 1995), o jogo tem um importante papel social de "aliviar pressões" do cotidiano. Diferentemente de muitos aspectos da realidade, no jogo é possível realizar a ação novamente, melhorar e mudar a relação com as pessoas, criar e recriar novas situações. Nesse contexto, a criança é estimulada a agir e tem o poder sobre sua ação, pois "´[...] por meio de suas conquistas no jogo, ele afirma no seu ser, proclama o seu poder e sua autonomia" (CHATEAU,1995), p.26).                          Como já havia ressaltado que não entendia de futebol, ao mobilizar mais uma vez o grupo de crianças e jovens fiquei insegura, pois não sabia dominar o conteúdo futebol, pensei "que conteúdo vou trabalhar com esses meninos", com isso pesquisei na internet os principais fundamentos do futebol, mas como realizar a prática sendo que não tinha esse conhecimento, neste momento eu pesquisei no youtube cada fundamento, como o passe, o chute. E na apresentação do seminário de estudos estavam  la o professor especialista de futebol, vale ressaltar que para esse "tiro o meu chapéu" e o mestre de capoeira, que ficou admirado por existir alguém no país do futebol que não gostava e não tinha contato com o futebol, sendo que vivemos no "país do futebol", até mesmo porque compartilhei relatando que a primeira e única vez que assisti um jogo futebol foi na última copa do mundo. 
Isso me faz lembrar da suma importância, como futura educadora, de levar em consideração a realidade, a cultura do aluno, para poder alcançar os objetivos.
Mais um slide para compartilhar!
                              
Futebol
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lundi 25 juin 2012

Aprendizagem baseada aparentemente em erros e acertos

Em uma aprendizagem motivada pelo desejo de seguir adiante, ou de superação, aquele que aprende nao desiste perante as dificuldades ou obstáculos. Em sua primeira postagem eu contei 10 tentativas de postagem, como rascunhos, que existe na pagina de edição do blog! Ontem retornei a verificar e encontrei 08 tentativas o que significa que houve uma evolução no seu papel de editora no blog! Parabéns! 
Mas o que importa neste exercício de aprendizagem é o conflito gerado entre a situação e a sua ação em resolve-los!
 Ao ler a sua postagem da oficina encontrei a sua conclusão sobre aprendizagem em ambientes formais e informais. Aqui no blog poderíamos considerar como um ambiente informal, já que a plataforma seria considerada ambiente formal, onde voce articula o aprendizado com as atividades que são depositadas via arquivo, fóruns coletivos e individuais e as atividades didáticas. Observe a quantidade de aprendizagens diferenciadas que a abertura de um ambiente informal proporciona. As aprendizagens ultrapassam o conteúdo curricular do seu curso EaD, mas nao fogem do seu intuito em se formar professora, elas só acrescentam e lhe oferecem o mais importante, a liberdade de ser autora e editora da sua própria pratica.

samedi 23 juin 2012

Aluna 6 - Primeira experiência como universitaria


                                       
Minha primeira experiência em realizar práticas de Educação Física, como aluna universitária, foi a da Oficina de Ludicidade e Arte, mas não tinha um grupo para realizar estas práticas, com isso tive a ideia de convidar crianças e jovens da minha comunidade, pedindo a autorização dos pais, e marquei com as crianças um horário aos domingos e como ainda não tinha nenhuma experiência de trabalhar com crianças e ja que ainda não atuo na área da educação, estava bastante ansiosa. 
Mas independente do espaço, o sujeito pode aprender tanto em ambiente formal, quanto no informal, na escola, em casa, na sociedade, dentre outros.
Quando chegou o dia marcado, o fato de ser em ambiente informal achei que as crianças poderiam não levar a sério e não comparecer , mas quando vi a primeira criança chegando foi contagiante, com isso chegavam cada vez mais crianças e a minha alegria ia aumentado pois constatei que as praticas iriam acontecer e no final, compartilhava o momento com pipoca e suco e com as crianças bastante animadas eu estava convicta de que elas estavam gostando.
Segundo os autores do fascículo de jogo. Na área da Educação Física não há consenso em relação às semelhanças e as diferenças entre o jogo e a brincadeira, pois os limites entre essas duas manifestações culturais são bastante tênues. Piccolo (2009) afirma que somente os “jogos protagonizados” podem ser considerados como sinônimo de brincadeira.
Para Caillois (1990) o jogo é associado a uma desconcentração, diversão, não seriedade, improdutividade, liberdade, criação, sorte ou destreza. Esse autor ressalta o valor pedagógico do jogo, ao afirmar que “[...] cada jogo reforça e estimula qualquer capacidade física ou intelectual. Através do prazer e da obstinação, torna fácil o que era difícil ou extenuante. 
 
 
Fiquei muito feliz em apresentar esse slide no Seminário de atividades complementares- SAC, cada evento para mim era um desafio, pois por meio destes eventos eu teria que falar da experiência da oficina; além de gostar muito dos SACS, eles foram muito marcantes para a minha história no EAD, ou melhor, de suma importância para  minha formação, pois eu tinha aquela barreira de falar em público, principalmente no ambiente formal, mas ao mesmo tempo eu sabia que passar por isso seria importante para vencer essas barreiras.
 Na minha apresentação nos eventos os tutores ficaram surpresos pelo fato de ter conseguido envolver esses meninos a participarem das práticas por ser num espaço informal. Vale ressaltar que foi na garagem e no pátio da casa de meu primo/vizinho e a hora do lanche foi na minha casa que preparei com muito carinho, pois os meus alunos mereceram rsrs...