mardi 12 juin 2012

e-portfolio

Quando todos iniciaram o percurso universitário foram mobilizados a partir do fascículo Memoria Profissional I  para a construção de uma pasta com as atividades e reflexões, com uma organização pessoal, onde todos deveriam ser sensibilizados, ao rever ou folhear, através dos obstáculos e sucessos, da sua formação pessoal.Mas este sera um e-portfolio!
Estas reflexões são ininterruptas, pois neste percurso todos passaram a ter contato com pessoas com diferentes pontos de vista sobre Educação e na atualidade com o estagio, com diversas faixas etárias, ou seja , alunos , professores, responsáveis  e comunidade escolar.
Realmente é uma forma de  captar avanços e as resistências e dificuldades , comprovados por fotos e videos, dos momentos alegres ou tristes.

A estruturação do binômio Teoria e Pratica que compõe o percurso de um professor não se VÊ nos anos iniciais de caminhada.
A mobilização dos conhecimentos conseguidos, para transformar em ação o planejado, conta com uma pouca visão, no agora, do que realmente é a Educação e o Ensino.
Mas ao se, em um relance mais amadurecido, olharmos para trás, enxergaremos com nitidez a caminhada feita.

Sabemos das falhas, mas nos alegram os resultados positivos, que demonstrarão ser fruto de uma firme vontade.

Desejo sempre dar um novo animo a todos vocês! a luta é cotidiana, diária!
Este blog aqui deve ser considerado um E-Portfolio.




lundi 11 juin 2012

o mosaico que envolve o Estagio! para todos.

Vamos inicialmente retornar a um dos primeiros fascículos intitulado Formação Docente e Currículo:

A autora nos fala  em Sacristan (p.18) e os níveis do processo de desenvolvimento a partir de uma objetivação do currículo, e encontramos o currículo prescrito, o currículo apresentado aos professores, o currículo modelado pelos professores, o currículo realizado ( ou não realizado!) e o currículo avaliado!!!
Ao OBSERVAR você constata que o professor flutua principalmente pelos currículos"  modelado e realizado" , e neste ato de observar você encontra coisas boas e possíveis adaptações ao seu ponto de vista!

Por outro lado o fascículo de ESTAGIO 1  nos fala em Mapeamento da realidade onde ira ocorrer a intervenção e a legislação  (orientações normativas!) ,e no fascículo ESTAGIO 2 , encontramos sobre a intervenção didático-pedagógica , planejamentos, objetivos, conteúdos e metodologia e avaliação.

Ao narrar os acontecidos , demonstrativos de RESISTÊNCIA daqueles que tem medo de mostrar o seu trabalho ou sofrer interferências ou impedir a atuação de um estagiário, para ser um futuro professor, poe-se  visível as dificuldades do SER PROFESSOR!

Sem duvida formados em currículos que não expressam a necessidade de auxiliar o estagiário , o mobilizar-se em demonstrar os acertos ( sem duvida , poucos) e principalmente de ser AVALIADO, se mostra dificil, pois ser professor inclui estar fechado na sala de aula e que por favor ninguém incomode! E em aulas abertas como a nossa esta dificuldade fica mais visível!
 Mas não pense que sera somente a nossa área profissional! as outras também!
Eis um processo difícil de ser averiguado, ou seja , a quantas anda a efetiva atuação , a atuação real, qualitativa, da educação brasileira. pois encontramos muitas vezes estatísticas, números, gráficos...

Os acontecimentos que abalam vocês no estagio, partem muitas  vezes do pessoal, a origem muitas vezes se encontra no cognitivo, no psicológico, daquele que se diz professor mas que procura dificultar a visibilidade de suas praticas!
Enfim, estes pormenores tem uma variação, são experiencias diversificadas, dependentes das pessoas envolvidas em um ambiente escolar e em outros casos dependentes da motivação dos alunos, e das experiencias anteriores escolares que também decepcionam aos poucos as crianças!

Super interessante o nosso grupo:
Raynner - alunos a partir de 4 e 5 anos
Dagma - ensino básico 7 e 8 anos ( que aponta o lado bom de encontrar as crianças fora do ambiente escolar)
Fabian - alunos com 9 e 10 anos

E quando encontramos as experiencias do Jorge e Ronildo, os adolescentes já se encontram descrentes!
incrível, não!
Como reverter o processo, sera algo como trabalho de formiguinhas!!!!cada um  responsável por sua parte.










Mauss - Conhecimento e Cultura

Em tempos contemporâneos , de Redes sociais,  a leitura de Mauss no meio acadêmico  se torna um alicerce. Decerto ja existem sociólogos e antropólogos mais atuais, mas eu gostei muito deste seu resgate, principalmente porque a questões culturais sempre dialogam com as questões corporais. 
Nas redes sociais ouvimos e encontramos os seguintes verbos que devem se fazer presentes em nossa vivencia digital, tecnológica: 
Partilhar, criar, remixar, mostrar..... interagir portanto.
A sua postagem foi um acervo cultural bastante valido! e alem disso, esta postagem nos leva ao fasciculo de Dos Anjos (p.22) que versa sobre Corpo e movimento, no modulo, Corpo, aprendizagem social e percepções corporais, onde encontramos que " o corpo é um instrumento natural do homem e cada grupo social imprime uma expectativa em torno dele."  E o autor nos trás também Foucault onde em qualquer sociedade o corpo é locus  de poder, sujeito a coerções domínios ou experiencias de confronto e resistência. E desta forma valorizam algumas tradições e comportamentos em detrimento de outros.




Dar, receber e retribuir são, para Mauss, três momentos distintos cuja diferença é fundamental para a constituição e manutenção das relações sociais. A dádiva opera uma mistura entre amizade e conflito, interesse e desinteresse, obrigação e liberdade. Também mistura as pessoas que se presenteiam, as coisas e as pessoas, as coisas e os espíritos.

jeudi 7 juin 2012

Um pouco da minha historia -aluna 6


                                        Um pouco da minha história!
Os meus antepassados vieram da Pomerania. Em 1872 e 1873 desembarcaram no porto de Vitória,  a Pomerânia era pertencente à Prússia e atualmente território da Polônia. Ao todo, chegaram ao estado do Espírito Santo 4 mil pomeranos.  

No Brasil existem hoje perto de 360 mil descendentes de pomeranos. Alguns dos meus antepassados ajudaram a construir a estrada de Santa Maria de Jétibá, na foto tem gente até levantando o chapéu, comemorando!
Esses são meus bisavós, e culturalmente  a noiva se casava de preto e a minha bisavó casou
de preto.

 Esses são meus  avós, eles íam a benção matrimonial a cavalo, mas minha avó já não se casou de preto e hoje em dia também as pomeranas se casam de branco.
Uma casa típica pomerana de minha avó, hoje em dia, quase já não existem mais casas pomeranas no município.

Já no casamento de meus pais, já usavam carros. Isso me faz lembrar o pensamento de Charles  Chaplin em Tempos Modernos.


Hoje nos tempos modernos podemos perceber a enorme diferença,  que aconteceu ao longo dos anos, mas a minha irmã, por exemplo não abriu mão de preservar a cultura de alguns rituais, pois no seu casamento teve o quebra louça na sexta à noite e o famoso pé de galinha, e no sábado depois da cerimônia e do jantar ocorreu a dança dos noivos, típica do  casamento pomerano.
Segundo Mauss, para educação é interessante refletir que a experiência do corpo é cultural e específica de cada sociedade.
Para Mauss "[...]quando uma geração passa a outra, a ciência de seus gestos e de seus atos manuais, há tanta autoridade e a transmissão se faz pela linguagem".
Essa é a casa onde moro, gosto de interior!

Sou filha de agricultores e aqui podemos perceber uma foto antiga de meu pai na CEASA para vender os produtos que eles mesmos plantavam e colhiam, nessa época a verdura tinha mais valor, em uma lavoura dava para comprar um  micro trator, por exemplo, mas hoje em dia já não é mais assim.



O fato de trabalhar na lavoura, como já havia ressaltado que os tempos mudaram, fez com que eu optasse por um emprego com uma renda fixa e o meu primeiro emprego foi o qual ainda atuo, sou Agente de Saúde.






Os bastidores de um estagio supervisionado


OS BASTIDORES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (DÁGMA)

Oi pessoal! Confesso que já sentia saudades de estar mais uma vez aqui. Narrar sobre as experiências do estágio supervisionado, pode sim ser muito válido e proveitoso neste espaço, afinal quase não nos encontramos, e quando isso acontece temos outras atividades a realizar.
Esse momento de compartilhar as experiências vivenciadas no estágio nos consola, ou nos incentiva, a buscar maiores possibilidades dentro do campo de estágio para seguirmos esse processo que é individual e ao mesmo tempo apresenta pontos incomuns para todos.
Durante todo o período do curso, que antecedia o Estágio Supervisionado, grandes eram minhas expectativas relacionadas ao momento de irmos ao campo de estágio para finalmente darmos inicio a nossa prática, mas quando chegou o grande momento, fiquei bastante  decepcionada, pois nada do que foi planejado, aconteceu da forma esperada. 


As crianças são o ponto alto desse momento, pois são elas que me fazem querer voltar novamente ao estágio, são dóceis e ficam entusiasmadas com a minha chegada à escola, ou mesmo quando me encontram pelas ruas, elas são muito carismáticas, estão entre a faixa etária de 7 a 8 anos, (1º ano do ensino fundamental), estão cheias de energia e motivação.
Quanto ao processo de intervenção, ainda não aconteceu, pois não fui oportunizada de realiza-lo. No começo estava apenas observando as aulas apresentadas pelo professor, cheguei a observar também outras turmas da escola.


Esse fato é que me incomoda. Ficar observando também me promove aprendizado, logo que ao observar, refletimos sobre o que fazer ou não fazer na pratica da docência, mas estou distante do processo da Disciplina de Estágio Supervisionado, no qual seria o de realizar as intervenções nesse período.


Afinal realizo um plano de aula semanal, mas em nenhum momento me apropriei deles e consequentemente do plano de ensino.
Neste momento estou vivenciando uma experiência que é primordial para construção da minha docência, embora neste trajeto encontre pontos positivos e negativos, ambos são mediadores da construção da minha identidade profissional.
Sigo em frente, acompanhados por sentimentos de frustrações, angustias, medo, revolta e mesmo tristezas. Porém dentro desse turbilhão de sentimentos existe também uma enorme vontade de vencer todos esses percalços e futuramente exercer a docência de forma diferenciada, deixando o senso comum de lado.

Posso dizer que a experiência do estágio cada dia me mostra que isso se faz necessário na educação. Principalmente entre os sujeitos escolares, quero destacar obviamente a imagem do professor, pois ele possui um grande poder que está em suas mãos, basta saber usá-lo com sabedoria e consciência.


Sucesso para todos no estágio!









lundi 4 juin 2012

Estágio: Pontos Positivos e Negativos (Fabian)

Depois de algumas semanas estagiando é chegado o momento de fazer uma análise sobre o que vivenciamos até agora.
 Nas primeiras quatro semanas desenvolvemos atividades voltadas para a arte circense, que pertence ao conteúdo da ginástica e nas quatro semanas seguintes trabalhamos com o conteúdo dos jogos cooperativos.
Durante estas 8 semanas ocorreram mais pontos positivos do que negativos, pois a interação e aceitação dos alunos para com as atividades propostas tem sido satisfatória. Considero  positivo até o momento o respeito e a confiança que obtive dos alunos, pois sem isso ficaria muito difícil de desenvolver as aulas, ainda mais numa turma de 29 alunos, sendo um de com deficiência de baixa visão e o outro cadeirante. 
De negativo até o momento não tenho o que pontuar, pois estou conseguindo ministrar as aulas sem maiores problemas, não têm faltado recursos materiais e nem espaço para que as aulas aconteçam.
Seguem abaixo algumas fotos do estágio.





 Bom estágio a todos.